Mari Calegari Psi

Capítulo da biblioteca

Alecrim: cheiro, memória e cozinha

Capítulo de 15/10/2026 · revisado em: aguardando a revisão da Mariana

O alecrim é uma das pequenas coisas que atravessam o dia: está na feira, no vaso da janela, na batata que vai ao forno. Neste capítulo, eu olho para ele por dois lados, o da psicologia e o da cozinha, sempre a partir de estudos publicados e de documentos oficiais.

Por que o alecrim

Na Gestalt-terapia, o trabalho começa pela percepção do aqui e agora, e os sentidos são uma porta de entrada para isso. Um cheiro pode trazer uma lembrança inteira de volta, mudar o ritmo de uma tarde ou só lembrar que existe um corpo sentindo. Na minha Filosofia das Pequenas Coisas, o cuidado do dia a dia é feito desses momentos: pequenos, possíveis e cotidianos.

O que você vai encontrar aqui não é uma promessa sobre o alecrim. São dois estudos sobre o aroma, com o que encontraram e com os seus limites, e o que o Guia Alimentar do Ministério da Saúde diz sobre ervas e sobre o ato de cozinhar e comer.

Textos do capítulo

E a aromaterapia?

A aromaterapia vai ganhar um texto próprio, preparado com cuidado e com fontes. Por enquanto, vale um esclarecimento: como psicóloga, eu sigo o Código de Ética do Psicólogo, que pede o uso de técnicas reconhecidamente fundamentadas na ciência psicológica (Resolução CFP nº 010/2005, art. 1º, alínea c). Aromas fazem parte do cotidiano e do autocuidado, mas não são tratamento psicológico.

Um cuidado

Óleos essenciais podem irritar a pele e as vias respiratórias de algumas pessoas. Orientação sobre o que comer é com nutricionista. E se o que você está vivendo pesa, a psicoterapia ou um serviço de saúde são o caminho. Em emergência, ligue 188 (CVV) ou 192 (SAMU).

Uso de IA: capítulo preparado com apoio de inteligência artificial, para revisão humana da Mariana Calegari (revisão pendente).